quarta-feira, 24 de agosto de 2011

bem...
Está na hora de ir dormir e até tenho algum sono, mas não me apetece já.
Há dias em que tudo corre bem. Sem problemas, no trabalho, sem problemas em casa. E ainda bem. Estava-me a fazer falta uma bocado de harmonia e de paz.
Tenho-me analisado muito ultimamente e tenho chegado a algumas conclusões. Umas mais fúteis que outras, mas ainda assim conclusões.
- Sou uma comilona compulsiva. Como por stress, por ansiedade. Ando a ver se controlo esta parte e volto a entrar nos eixos com um bocado de exercício!
- Não sou muito sociável, mas isto também não é novidade para mim. Tenho evoluído é claro, mas posso melhorar ainda mais, mudar a minha atitude perante a vida e sorrir mais. No entanto acho um bocado triste ter de me forçar a sorrir quando não me apetece. Mas é assim que são as pessoas simpáticas e de bem com a vida não é? Acho que sim...pode ser que com o tempo se torne um hábito (saudável) e não precise de me esforçar. É um bocado como o "Segredo"! Ou então é mesmo uma ideia estupida! LOL

Se calhar devia fazer terapia! hmmm... se calhar...


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

gostei!

"E não se esqueça...Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!!"
por Arnaldo Jabor


Será que também se aplica aos homens? palpita-me!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

ELOGIO AO AMOR - Miguel Esteves Cardoso



Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão beme não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em 'diálogo'. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam 'praticamente' apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas,farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do 'tá tudo bem, tudo bem', tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso 'dá lá um jeitinho sentimental'. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou aloja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda deapanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A 'vidinha' é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio,não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter,querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Que merda... queria escrever qualquer coisa, um desabafo ou assim. Só me apetece gritar e mandar tudo pro C$#%&"%#$.

A cabeça diz, esquece, vai dormir que isso passa, esconde para debaixo do tapete e não penses mais nisso. Mas quando algo no nosso coração sente que alguma coisa não está bem, ficamos num dilema. Estou...nem sei bem como estou. Irritada, com SPM, frustrada pq já não sei que comportamentos ei-de ter. Se sim é pq sim se não é pq não, se fico calada é "pq ai e tal" se não fico merda tb! E paz não?! que tal um bocado de paz e sossego e amor?? Amor é que era mesmo bom! é possível? fdx!

fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx, fdx,


pronto... desabafei um bocado!

domingo, 24 de julho de 2011

O melhor do fim de semana?!

O passeio em Salir do Porto com o belo do Fizz de limão, em boa companhia :)


Curtinho mas muito bom...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

para ver se não me esqueço!

"A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais."

Mario Quintana

terça-feira, 5 de julho de 2011

"Tudo o que o incomoda nos outros é uma projeção do que não venceu em si mesmo" 

Autor desconhecido

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Os tempos de crise afectiva

"Tenho imensos amigos divorciados, ou solteiros, mas que viviam em união de facto e que deixaram as namoradas. Eu próprio já passei por isso duas vezes - um divórcio e uma separação.
Há mil e uma razões para se chegar a esta situação, a de decidir que não há nada a fazer, a de ter de ter "a conversa", a de fazer a mala, dividir coisas, fazer contas, desmanchar projectos de vida. Na verdade, hoje em dia é quase mais comum ver gente que está em segundas, terceiras ou quartas relações do que com a mulher ou o homem que um dia pensaram ser "o tal" ou "a tal". Na verdade, essas pessoas especiais são aquelas com quem estamos agora - outros já o foram e foram-no enquanto fomos felizes ao lado delas.

O ponto em comum que encontro em quase todas as rupturas é a falta de diálogo. E falta de diálogo não é aquela coisa de chegar a casa e não ter muito para contar, ou o estar à mesa e não ter nada de verdadeiramente novo para partilhar - o que também acontece, muitas vezes, em relações mais longas (e não há grande mal nisso, nem sequer vejo isso como um mau sinal - aliás, estar em silêncio com alguém sem sentir desconforto revela sobretudo cumplicidade). Falta de diálogo é não falar sobre os problemas nas alturas certas. Há casais que se separaram porque um traiu o outro e foi apanhado. A traição é só a gota de água, porque o problema foi o casal não ter falado na altura em que aquele que traiu começou a sentir necessidade de estar com outra pessoa. Por que é que isso aconteceu? O que é que estava a correr mal? O que é que faltava na relação?

Já falei aqui de um caso de um homem que descobriu que a namorada com quem se ia casar andava em flirts com um colega, e que, quando a confrontou com isso, ela não admitiu que houvesse alguma coisa a correr mal entre eles, e que apenas o fez por necessidade de se sentir apreciada e cobiçada. Mas também isso eu acho que advém da falta de diálogo. Se sentimos isso, por que é que não podemos partilhar essa preocupação, ou frustração, com a pessoa que amamos? Eu acho que é o que devemos fazer. E depois cabe ao outro fazer qualquer coisa para que algo mude. E, nestes casos, será ser mais atencioso, mais provocador, fazer com que a outra pessoa se sinta sexy, e desejada, sem que tenha de ser uma terceira pessoa a fazer isso.

Da mesma forma que há quem se separe porque o casal deixa de ter tempo para si, absorvidos que estão com trabalho, com as crianças, com as obrigações familiares, com projectos paralelos. Treta. O que separa as pessoas não é a falta de tempo para a relação, é a opção que fazemos em privilegiar tudo o resto menos a relação. O trabalho é importante, claro que sim, a família também, pois, os putos, óbvio, mas então e o parceiro ou a parceira? Também. E por isso merecem esse tempo, merecem que se desligue o computador mais cedo, que se abdique de um jogo de futebol, que se diga que não ao patrão, porque é preciso dar tempo e amor à pessoa com quem estamos. Mas também sobre isto os casais devem falar. E têm de falar. Não podemos ouvir e engolir ou aceitar. Temos de dizer que não e dar murros na mesa e abrir os olhos ao outro. A aceitação mútua de que não há nada a fazer, de que o trabalho tem de ser prioritário, é o caminho para o fim de um amor, porque, como é óbvio, as relações não vivem do ar, o amor platónico e por carta (hoje são sms e mails) já não chega. É preciso contacto, e beijos, e amassos, e fins-de-semana a dois, e é preciso empandeirar o puto para os avós de vez em quando e mandar uma rapidinha à hora de almoço. Temos de ser um bocadinho mais putos, um bocadinho mais malucos, e menos avós.
Na verdade, não há falta de tempo, há sim opções. Depois, só temos de aceitar e compreender as consequências dessas opções. Quando a opção deixa o outro de lado, então, o fim é quase inevitável.

Bom, agora é aquela parte em que todos acham que algo vai mal comigo ou com a minha vida amorosa. Não, descansem, está tudo óptimo. Só acho este um tema interessante, e sei que afecta muita gente. Como já passei por duas situações do género, consigo olhar para trás e ver o que falhou. E o que falhou foi, sobretudo, a falta de diálogo, ou a falta de aceitação em relação a essa conversa. E aqui está outro tópico importante: nem sempre a conversa é bilateral, ou seja, muitas vezes há uma parte que, pura e simplesmente, se recusa a ouvir ou entra em negação. E quando isto acontece, de facto, a conversa não adianta grande coisa, mas ainda assim é preferível uma conversa unilateral do que nenhuma conversa, é preferível despejar tudo, mesmo que pareça que o outro está desligado, do que não dizer nada.

A vida ensinou-me que sempre que temos um problema na relação devemos falar abertamente sobre ele. Só assim o poderemos resolver. Quem nunca tentou, que experimente. Se não resolve tudo, pelo menos, ajuda alguma coisa."


Do Blog do "Arrumadinho". Gostei.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O amor é fodido

"Escreveu Miguel Esteves Cardoso. Mas não. Fodido é não amar. Claro que
se sofre quando se ama. Vive-se, por vezes, com a alma na boca, como um vómito que insiste em azedar-nos a boca. Mas não. Realmente fodido é não amarmos. Claro que, quando amamos, há uma tranferência de preocupação para outra pessoa e isso angustia-nos. Como bichos egoístas que somos estamos habituados a preocuparmo-nos apenas connosco. Dá-nos suores frios umas vezes e risos descontrolados noutras. Mas não. Realmente fodido é não amarmos.

E há que esclarecer desde logo: amar não é estar apaixonado. Amor não é paixão. Por muito que as coisas possam estar ligadas, não são a mesma coisa. Paixão mata-nos por dentro, consome-nos. Embrutece-nos. Somos uns tontos, uns fantoches da paixão que vive em nós. Alias, é ela que vive, porque nós morremos às suas mãos cadavéricas. É uma violência.

O amor não. É a calma depois da tempestade. É a onda leve, certa e perfeita que dá à costa. É a imensidão de nós próprios revistos no outro. É racional. Por mais que custe aos puristas da coisa, aos poetas, aos loucos e aos imbecis, é racional. É incompreensível porquê aquele outro. Mas percebemos que é amor e aproveitamos ao máximo o que isso nos dá, oferece e nos gratifica. Sem nada pedir em troca. Sem exigir a nossa vida, os nossos dias.

Por isso, fodido é não amar. Quem não ama não sente. E quem não sente não vive. Já a paixão é morte. A nossa e a de quem nos rodeia. É a obsessão. E esta é intransigente.
Rói-nos a vida ao bater de cada dia, rindo-se descaradamente da nossa cara."

Gostei muito deste texto, que descobri no blog do "Ego"

segunda-feira, 6 de junho de 2011

flirt's

Estava a ler uns blogs que falam de flirt’s e se flirt’s são ou não traição.

Não há flirt’s inocentes. E quem o pratica está perfeitamente ciente disso. Pq o esconde. Pq o faz em horas seguras e quando está à vontade para o fazer. Portanto, nada de inocência, tudo premeditado.

Quem o faz sabe que se for descoberto, vai magoar o companheiro, que confia nele. Vai fazer tremer as bases da relação e colocar a dúvida entre os dois.

È claro que sabe bem alimentar o ego, mas se precisam dos flirt’s para o fazer é porque algo falha na relação. À partida se estou numa relação a outra pessoa preenche-me essa necessidade.


Hoje assumem-se compromissos com muita facilidade e muito pouco respeito pela pessoa com a qual nos compromete-mos…